Fotos recolhidas da net

Seguidores

Play Rádio saudade

Carregando ...

Banner

Ponto de Cultura de Bauru[3]

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Homenagem ao Pardinho “O Dia da Música Sertaneja Raíz”

E-mail enviado pelo Carlos Henrique, filho do Pardinho, ao Ramiro Viola de Botucatu.

Bom dia Ramirão,

Tenho uma noticia ótima que deve ser repassada a todos os amigos da musica caipira Raiz de verdade.

Há mais de 2 anos venho falando com um grande amigo Vereador da Câmara de São Paulo, Sr. Eliseu Gabriel que conseguiu na semana passada através de lei, que seja instituído em São Paulo a comemoração todo dia (14 de Agosto) dia do nascimento de meu Pai, como o dia da musica Raiz.

Vamos fazer um ato solene na Câmara de Vereadores de São Paulo e também uma festa a ser programada em lugar próprio; certamente gostaria de contar com Ramiro Viola e Pardini, pois você sempre lutou e espalhou nossa cultura para todos os cantos.

Vou precisar falar com calma com você para fazermos contatos com duplas antigas e que possam estar presente neste dia pois colaboraram com a nossa musica Raiz.

Grande abraço          

Carlos Henrique / Pardinho Filho.

pardinhoGostaria que o Pardinho filho entrasse em contato conosco, passando mais informações detalhadas sobre o evento para que possamos divulgar melhor aqui no Blog. Precisamos mobilizar toda a Família Sertaneja com o objetivo de prestar esta homenagem ao Grande e Saudoso Antonio Henrique de Lima “Pardinho”, pois, se no estilo de Tião Carreiro e Pardinho o Tião foi imbatível, o Pardinho não fica atrás, um milímetro, sequer. Em minha opinião - longe de querer desmerecer o Tião Carreiro - o Pardinho sempre foi injustiçado; sempre que alguém se refere à Dupla Tião Carreiro e Pardinho, cita somente o nome do Tião: as músicas de Tião Carreiro, os sucessos de Tião Carreiro, o estilo Tião Carreiro. A primeira voz, o jeito e a técnica de como se acompanha um pagode no violão, são duas peculiaridades exclusivas e inigualáveis do grande Mestre “Pardinho”. Seu jeito menino, sua meiguice, a atenção e o carinho que dispensa a todos ficaram marcados para sempre em mim, em todas as vezes que estive com ele.

Tião Camargo

Pardinho, humildade em pessoa !!! A mais bela 1º voz.

Leia, abaixo, o que escreveu meu amigo Ricardinho em site (http://www.boamusicaricardinho.com) sobre o Pardinho.

“Pardinho era um verdadeiro Mestre no Violão com bastante destreza nos solos. E soube dar a base perfeita para os solos de Viola de Tiãoo. Em todas as duplas que formou, foi sempre o responsável pela "primeira voz".
Quero aqui "abrir um parêntesis" para falar um pouco sobre o Pardinho, pois, apesar da fama e da facilidade de se encontrar informações e tamb
ém do merecidíssimo mérito de Tião Carreiro, o Pardinho, por outro lado, tem sido sempre deixado "em segundo plano" sendo lembrado apenas como "parceiro do Tião Carreiro". Tal fato não deixa de causar um certo constrangimento pois é comum a dupla ser citada de tal modo como se somente tivesse existido o Tião Carreiro. Pardinho também teve importante participação na criação do "Pagode" (ver logo abaixo), fazendo o contra-tempo ao Violão”.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Saudade Sertaneja (Volume 05) Repostagem

CAFEZAL_EM_FLOR  Cafezal em Flor (Cidade Barra do Choça/BA)
Pessoal, por algumas “falhas técnicas” – ainda a serem apuradas - precisei deletar e reenviar o álbum Saudade Sertaneja Vol.05 e aproveitei para corrigir o nome da 4ª faixa que estava errado, também acrescentei mais quatro músicas: Cabocla Bonita (Raul Torres e Sebastião Teixeira) Trio Gaúcho (1952); Cabocla Caxangá (Bolinha) Trio Mineiro (1953); Caboclo Sem Sorte (Nelsinho e Carreteiro) Zé Caludino e Carreteiro (1962) e Despejo (Anacleto Rosas Júnior e Arlindo Pinto) Zé Catira e Dito Catireiro (1961). O álbum que tinha 16 músicas agora ficou com 20. Aproveitem!
Atenção! Nosso plantonista do Código de Etica adverte:
Àqueles, de outros blogs e sites, que queiram postar em suas páginas qualquer material do nosso blog, podem fazê-lo sem qualquer prblema, mas não se esqueçam de citar a fonte, com sempre fizemos aqui. Certo?
Mas, a propósito, falando em ética, vamos fugir um pouquinho do assunto “Música Sertaneja” e dar um olhadinha neste video da Deputada Estadual, pelo Rio de Janeiro, Cidinha Campos, que achei no Youtube.  E importante a gente começar observar estas coisas para saber quem é quem na “política” brasileira.
Esta mulher é uma fera, mesmo! Em 1991, durante a 8ª Conferência Estadual da Saúde, realizada na Capital de São Paulo, ela foi uma das palestrantes e eu paticipava como delegado representando o Sindicato dos Eletricitários do Estado de São Paulo. Durante sua palestra, eu pedi para fazer uso da palavra, para falar com ela sobre a criação do Hospital da Mulher – um dos assuntos da Conferência – e ela me concedeu a palavra. Num determinado momento – não me lembro exatamente o que foi que eu disse – ele achou que eu estava me colocando contra a criação do referido hospital, o que não era verdade, acredito que ela não entendeu minha colocação, me interrompeu e me fez a seguinte pergunta: Por acaso, você, alguma vez na vida já ficou menstruado? E eu, para não ser vaiado pelas mais de 1000 pessoas presentes no evento, principalmente pelas mulheres, mais que de pronto, respondi a ela fazendo uma outra pergunta: E a Senhora, por acaso, alguma vez na vida já teve alguma infecção de próstata? Todos acharam graça do nosso papo e começaram a ri. Ela esperou que todos fizesem silêncio e me disse: “Muito bem, seu engraçadinho, pode terminar o que você queria dizer”, vou fazer de conta que ouvi o que você disse” .
A Cidinha Campos já foi radialista, apresentadora de tv e atriz de novelas; sempre fui seu fâ. Pena que é Deputada pelo Rio de Janeiro, senão teria meu voto. Parabéns deputada!

Pronto, agora podem ficar com o Volume 05 de Saudade Sertaneja!
  1. A Carta (José Fortuna) Tonico e Tinoco (1952)

  2. A Moça Que Dançou Com o Diabo (Jayme Ramos e Teddy Vieira) Vieira e Vieirinha (1954)

  3. A Viola e o Cantador (Zé Paioça, Zé Tapera e Zé Rosa) Zé Tapera e Chiquinho (1958)

  4. O Florejar do Sertão (Serrinha e Campos Negreiros) Serrinha e Zé do Rancho (1956)

  5. Amor de Gaúcho (Teixeirinha) Teixeirinha e Mary Terezinha (1961)

  6. Cabocla Bonita (Raul Torres e Sebastião Teixeira) Trio Gaúcho (1952)

  7. Cabocla Caxangá (Bolinha) Trio Mineiro (1953)

  8. Caboclo Sem Sorte (Nelsinho e Carreteiro) Zé Caludino e Carreteiro (1962)

  9. Carta de Amor (Cunha Júnior) Nhô Nardo e Cunha Júnior (1945)

  10. Castelo de Areia (Carreirinho) Souza e Monteiro (78 rpm, de 1956)

  11. Colcha de Retalhos (Raul Torres) Cascatinha e Inhana (1959)

  12. Despejo (Anacleto Rosas Júnior e Arlindo Pinto) Zé Catira e Dito Catireiro (1961)

  13. Facão do Cristiano (Zé Carreiro e Dito Mineiro) Zé Carreiro e Pardinho (1958)

  14. Minha Despedida (Moreno e Moreninho) Moreno e Moreninho (1955)

  15. Morena dos Olhos Pretos (Sulino e Teddy Vieira) Sulino e Marrueiro (1954)

  16. Paulistinha (Antonio Barreto e Antonio Santos) Barreto e Barroso (1951)

  17. Recordando o Passado (Alcindo Freire e Teddy Vieira) Zico e Zeca (1955)

  18. Tá de Mal Comigo (Nhô Pai) Nhô Pai e Nhô Fio (1960)

  19. Toada de Cururu (Cornélio Pires) Mariano e Caçula (1930)

  20. Vinte Anos (Valdez Leal, Vs. Juracy Rago) Nenete e Dorinho (1957)

DOWNLOAD

sábado, 24 de abril de 2010

Saudade Sertaneja – Volume 12

Carro de Boi

Nesta primeira gravação da música “Arroz a Carreteiro” aparecerem como compositores Palmeira e José Paniguel, mas nas demais gravações aparecem Palmeira e Mário Zan. Por que será? Alguém poderia me explicar?

Na música “Carro de Boi” interpretada aqui pelos Irmãos Souza e Caçula, aparecem como compositores Zé do Rancho e Zé do Pinho, mas trata-se do primeiro Zé do Pinho, Gumercindo Isidoro Pereira, irmão do Zé do Rancho, nascido em Capiaçu/SP, em 1930 e falecido em Paranaguá/PR, em 1969. A mesma música foi gravada em 1980 por Zé do Rancho e Zé do Pinho com nome de “Velho Carro”, com o segundo Zé do Pinho “Sebastião Gomes”, nascido em Ariranha/SP, em 1951, atualmente morando em Ibitinga/SP, seguindo a carreira religiosa como Pastro Protestante.

  1. Amor Passageiro (Teddy Vieira e Biguá) - Souza e Monteiro (1955)
  2. Anjo de Candura (Ado Benatti e Serrinha) - Vieira e Vieirinha (1957)
  3. Arroz a Carreteiro (Palmeira e José Paniguel) - Palmeira e Biá (1953, 1º Disco)
  4. Besta Ruana (Ado Benatti e Tonico) - Tonico e Tinoco com Mário Zan (1949)
  5. Bico de Mamadeira (Teddy Vieira) - Palmeira e Biá (1954)
  6. Boiadeiro Errante (Teddy Vieira) - Liu e Léu (1959))
  7. Carreta Campesina (Diosnel Chase, M. C. Ocampo, Vs. Palmeira) - Neyde e Nancy (1956)
  8. Carro de Boi (Zé do Rancho e Zé do Pinho) - Irmãos Souza e Caçula (1957)
  9. Desventura (Zacarias Mourão, Biguá e Zé do Rancho) - Zé Mariano e Tibagi (1956)
  10. Falsidade (Tonico, Zé Tapera e Chiquinho) - Zé Tapera e Chiquinho (1957)
  11. Festa do Baiano (Tinoco e Sertãozinho) - Tonico e Tinoco (1950)
  12. Garça Branca (Sebastião Teixeira e Alcindo Freire) - Vieira e Vieirinha (1954)
  13. Gosto de Carreiro (Piracicaba e Paraguai) - Piracicaba e Paraguai (1959)
  14. Laço justiceiro (Pedro Lopes Oliveira e Sulino) - Sulino e Marrueiro (1955)
  15. Saudades Eu Tenho (Antenógenes Silva e De Moraes) - Pedro Bento e Zé da Estrada (1960)
  16. Taça da dor (Nízio e Pedro Bento) - Pedro e Zé da Estrada (1959)
  17. Teu Retrato (Alice Carvalho e G. Gallardi) - Moreno e Paraguai (1960)
  18. Três Boiadeiros (Anacleto Rosas Jr.) - Palmeira e Luizinho (1951)
  19. Triste Despedida (Zé Caboclo e Gumercindo Lenzen de Oliveira) - Zé Caboclo e Zé Caboclinho (1956)
  20. Triste Recordação (Dono da Noite e Ado Benatti) - Dono da Noite e Riacho (1961)

DOWNLOAD

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Marcos Violeiro e Adalberto (1996) A Viola Não Morreu

De origem humilde, Marcos Cãndido Leal, o Marcos Violeiro, nasceu em 1969 na zona rural de Uberlândia-MG. Ao lado de seu pai, trabalhando na roça, já manifestava desde criança o bom gosto pela Moda Raiz, quando já tocava na Viola os primeiros Ponteados, com o incentivo paterno. Na adolescência, aprendeu a profissão de Carpinteiro, na qual trabalhou durante oito anos.

Adalberto Davi do Nascimento, por outro lado, nasceu em 1975 em Goiânia-GO e foi criado em Hidrolândia-GO, onde trabalhava como Feirante.

A "Sabedoria Popular" diz que "nada acontece por acaso" e, em Janeiro de 1994, Marcos havia viajado de Uberlândia-MG para Aragoiânia-GO, para fazer um telhado. E foi nessa viagem que ele conheceu e fez amizade com diversas pessoas que o incentivaram a deixar a profissão de Carpinteiro e partir para a Carreira Musical!

Leia a biografia completa de Marcos Violeiro e Adalberto no site do meu amigo Ricardinho

Primeiro disco da dupla

  1. A viola não morreu - Marcos Violeiro
  2. Amor de prima - Hélio Magrão
  3. Eu a viola e ela - Praense, Peão do Vale e Chicão Pereira
  4. Homem de verdade - Marcos Violeiro
  5. Amor sem barreira - Eunice e Garcino
  6. Não vou voltar - Marcos Violeiro
  7. Caçador - Tião Carreiro e Carreirinho
  8. Minha mulher e meu cavalo - Vieira e Vieirinha
  9. Carrão do ano - Pingo D’água e J. G. Araújo
  10. Campeão de exposições - Marcos Violeiro e Hélio Magrão
  11. Abraço de violeiro - Pedro Maciel e José Batista
  12. Sem fronteiras - Marcos Violeiro
DOWNLOAD

CREDITO: http://baixesertao.blogspot.com

terça-feira, 20 de abril de 2010

Zé Tapera e Teodoro (1980) Dona da Minha Vida

zetapera_teodoro80

  1. Dona Da Minha Vida (Jeca Mineiro-ZéTapera)
  2. Eterno Apaixonado (Pião Carreiro-Teodoro)
  3. Fuscão Preto (Atilio Versutti-Jeca Mineiro)
  4. Piada Da Minha Vida (João Gonçalves-Teodoro)
  5. Convite (Zé Tapera-Zé Paióça)
  6. Minha Despedida (Zé Tapera)
  7. Nosso Dilema (Praense-Pião Carreiro)
  8. Doutor João (Pedro Matos-Teodoro)
  9. Desprezo De Maria (Zé Tapera)
  10. Noticias Lá De Minas (Dito Silva-Teodoro)
  11. Um Dia Lembraras De Mim (Zé Tapera-Jeca Mineiro)
  12. Futebol No Céu (João Gonçalves-Teodoro)

Com este álbum completamos a discografia de Zé Tapera e Teodoro, num total de 12 LKs, de 1968 a 1980. Foi a maneira que encontramos para homenagear estes dois grandes artistas, José Sonigo (Zé Tapera) e Aldair Teodoro da Silva (Teodoro).

O Zé Tapera formou duplas com seu irmão Anselmo Sonigo (Paiozinho), com Francisco Perez (Chiquinho, irmão de Tonico e Tinoco), com Teodoro e com o Casa Nova. Atualmente mora em Londrina/PR.

O Teodoro formou duplas com o Zé Tapera e com o Sampaio.

Biografia completa de Zé Tapera e Teodoro no site do meu Amigo Ricardinho http://www.boamusicaricardinho.com/zetaperaeteodoro_88.html

Rapidshare…ou…FreakShare…ou…Uploading
Créditos: Paulo Lucio

Zé Tapera e Teodoro (1979) Casa Fechada

zetapera_teodoro79

  1. O Poder Da Inveja (Praense - Teodoro)
  2. Dinheiro Emprestado (João Gonçalves - Teodoro)
  3. Chumbo Trocado Não Dói (Peão Carreiro - Teodoro)
  4. O Patrão e o Lobisomem (Peão Carreiro - Praense - Teodoro)
  5. O Comprimido (João Gonçalves - Teodoro)
  6. Era Eu Que Estava Lá (Peão Carreiro - Praense)
  7. Casa Fechada (Ronaldo Adriano)
  8. Mentira De Amor (Palmito - Teodoro)
  9. Porque a Gente Gosta De Quem Tem Dono (Teodoro -Bambuzinho)
  10. Motorista No Saravá (João Gonçalves - Teodoro)
  11. Aonde Está Meu Bem (Zé Tapera)
  12. Do Jeito Que o Mundo é (Peão Carreiro - Teodoro)

Rapidshare…ou…Depositfiles…ou…FreakShare…ou…Uploading

Créditos: Paulo Lucio

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Os Brilhantes do Brasil – Adílio, Adálio e Edvaldo

DSC01408 DSC01410

O Trio “Os Brilhantes do Brasil” nasceu em 1970. Entre 1970 até 1990, esteve entre as grandes duplas e trios de São Paulo, viajando para vários estados, principalmente para o Estado do Paraná.

No ano de 1985, participou durante 6 meses, do programa “Canta Brasil” apresentado por Aristide Júnior, na TV Gazeta e no mesmo período do programa “Linha Sertaneja Classe A” apresentado por Sebastião Vitor, na Rádio Record.

De 95 a 97, participou do Programa do Matãozinho na TV Tibagi de Apucarana.

Em 1997, participaram do Filme “Saudade de Minha Terra”, rodado em Osasco/SP e Cianorte/PR, onde o Adílio fez o personagem “Cecílio”, o Edvaldo fez o “Padre” e o Adálio participou cantando com os irmãos.

Informações e LPS enviados por Carlos Ferlin e Nilson Domenes (Adílio), ambos da cidade de Maringá/PR.

Um grande abraço para o pessoal de Maringá, vizinha de Mandaguaçu, onde morrei em 1959 e 1960.

Também recebemos cópia do Filme, quando possível colocaremos aqui no blog.

01 - Minha Casa é Seu Coração (Adilio)
02 - Volte Prá Mim (Os Brilhantes do Brasil)
03 - Vai com Deus (Os Brilhantes do Brasil)
04 - Esqueça de Mim (Os Brilhantes do Brasil)
05 - Cama Vazia (Os Brilhantes do Brasil)
06 - E Isso Que a Gente Ganha (D.R)
07 - Homenagem a Mato Grosso (Adilio)
08 - Travesseiro de Pedra (Belmiro)
09 - Não Sou Teu Palhaço (Os Brilhantes)
10 - Homenagem a Rosa de Ouro (Sebastião Messias)
11 - Já Comprei a Passagem (Adilio)
12 - Serenata (José Fernandes dos Santos e Amado Batista)

DOWNLOAD

Dia do Bolachão

Dia do bolachão.

Entre duas importantes datas do mês de abril –19 é Dia do Índio e 21 de Tiradentes- há espaço para um 20 de abril em que se comemora o Dia do Disco, o famoso bolachão, como é conhecido.

A data foi escolhida por ser o dia do aniversário da morte do cantor e compositor brasileiro Ataulfo Alves.

Um pouco da história

Os discos de vinil foram desenvolvidos no início da década de 1950. O nome vinil vem do material plástico utilizado na sua produção, um radical derivado do hidrocarboneto eteno (CH2=CH2) pela retirada de um átomo de hidrogênio. O disco possui ranhuras na forma de espiral. Esse formato faz com que a agulha do toca-discos percorra o caminho da borda até o centro, fazendo a leitura da gravação. Além disso, as ranhuras produzem uma vibração na agulha. Essa vibração vira sinais elétricos, que são transformados em música. O tipo mais comum do disco de vinil é o LP, abreviatura de Long Play, que tem o formato de um círculo com 31 centímetros de diâmetro. Os dois lados do disco são gravados sendo que, cada um, tem capacidade para cerca de 20 minutos de música. Outros vinis menos conhecidos são o EP, que tem 17 cm de diâmetro e cerca de 8 minutos de música em cada lado e o single, disco também de 17 cm de diâmetro, com capacidade musical de cerca de 4 minutos. Este tipo de disco era muito usado por artistas para publicar e divulgar prévias de seus trabalhos.

Estes dados eu copiei parcialmente do link abaixo :

http://www.aletria.com.br/noticias_abre.asp?id=1273

Ramiro Viola – Botucatu

…Palavra do meu grande amigo Braz Baccarin, um dos maiores produtores de discos Sertanejos deste País, sobre discos de Vinil.

Leiam abaixo;

Abs;

Ramiro Vióla.

Meu caro Ramiro, boa tarde

Deixa-me meter a colher nessa história. A primeira experiência na criação do long-play data de 1935. Uma tentativa que foi abandonada pela dificuldade apresentada, mas um engenheiro da Gravadora América Columbia continuou na sua tentativa até conseguir o endento. A comercialização do Lp. nos Estados Unidos começou por volta de 1946 e no Brasil em 1948 ´pela extinta gravadora SINTER, ainda em disco de 10". No Brasil, a primeira dupla a gravar um Lp. de 10" foi a dupla Moreno e Moreninho. Um disco raríssimo que ninguém. O Moreno se orgulhava disso. O Extend-play , disco de 7" , 45RPM. foi criado pela  RCA VICTOR. para concorrer com sua rival e era de melhor qualidade de som e veio para substituir o 78rpm. O disco tinha uma orifício grande no centro , mais ou menos de 3 centímetro de diâmetro. Para reproduzi-lo a RCA criou um toca disco especial ( eu cheguei e ter um e lamento não ter guardado) . Mas no Brasil não pegou. Então foi criado o compacto um disco de 7" mas de rotação de 33.1/3 RPM. Este funcionou por uns 10 anos do Brasil. O Lp. de '12" começou a ser comercializado no Brasil por volta de 1958. As primeiras duplas a gravar nesses bolachões foram Tonico e Tinoco e Torres e Florêncio, a primeira na Continental e a segunda na Chantecler, gravadora que nasceu em 1958. O Lp. de Torres e Florencio tinha o número CMG-2011 e titulo de Cavalo Zaino. O som estereofônico no Brasil foi lançado pela R CA VICTOR em 1956 com apresentação de Vicente Celestino na antiga TV Tupi. Como pouca gente tinha essa nova tecnologia, a TV orientou os telespectadores a ligar um rádio ao lado da Televisão a fim de perceber a movimento do som, de um lado para outro. Eu tenho esse disco que acompanhava os novos aparelhos de som. Eis um pouco dessa história da mania que a gente tem. Eu tenho na minha discoteca um exemplar para provar a história, de cada fase.

Deixo meu abraço;

Braz Baccarin

sábado, 17 de abril de 2010

Zé Tapera e Teodoro (1978) O Homem do Sol

ze-tapera-homem--da-terra

  1. Obrigado mamãe - Peão Carreiro/Teodoro
  2. Hido de reis - Criolo
  3. Povo goiano - João Gonçalves/Teodoro
  4. Lição de moral - Zé da Praia/Teodoro
  5. Camponesa - Praense/Oreco
  6. Mão grossa - Peão Carreiro/Teodoro
  7. Corintiano do sarava - Zé do Rancho/Teodoro
  8. Obrigado Senhora - Zé da Praia
  9. Guarda noturno - João Gonçalves/Teodoro
  10. Japonês no saravá - João Gonçalves/Teodoro
  11. Plantando sucesso - Peão Carreiro/Teodoro/Compadre Lima
  12. Home do sol (o lavrador) - Peão Carreiro

DOWNLOAD

CREDITO: Troiano

terça-feira, 13 de abril de 2010

Zelão, Pininha e Verinha (1970) Encontro Com os Fãs

00 - Pininha e Verinha Nascidas respectivamente em São Paulo-SP e em São João da Bocaina-SP, Pininha e Verinha são cantoras e também compositoras.

Pininha iniciou sua carreira estimulada pelo pai radialista e humorista de Guaxupé (MG), Zelão (Arlindo Thomáz Vianna), muito conhecido no meio sertanejo e amigo de grandes nomes como Tião Carreiro e Pardinho, Tonico e Tinoco, Dino Franco e Mourai, Liu e Léo, entre outros excelentes artistas.  Zelão foi ainda radialista nas Rádios Bandeirantes, Nacional, Nove de Julho e por último, Rádio Boa Nova de Guarulhos.

zelaoZelão

Em 1958, formou dupla inicialmente com Cidinha, com quem gravou o corrido "Meu Cavalinho" (J. M. Alves - Lourdes Guimarães) e o rasqueado "Desengano Cruel" (Pininha - Cidinha), dois grandes sucessos da dupla.

Em seguida, Pininha passou a formar dupla com Verinha, com quem gravou no ano seguinte, o arrasta-pé "Moreno do Paraguai" (Dois Coringas - R. Gonçalves) e o valseado "Me Leva" (Priminho - Elpídio dos Santos), que foram dois grandes sucessos consagrados da nova dupla.

Eram sempre acompanhadas pelo pai Zelão, orientador da dupla, que também fazia o papel de apresentador e animador nos shows da dupla, e ainda compositor de lindas músicas, como a guarânia, Sou eu (Zelão e Roque de Almeida), o arrasta-pé, Moço bonito (Zelão e Francisco Lacerda) e, Desconfiada, (Jeca Mineiro e Zelão), gravadas por Pininha e Verinha. Zelão divide com Tião Carreiro e Lourival dos Santos a autoria da música “Viola Chic Chic”.

Em 1958, Pininha e Verinha, aclamadas pela “Revista Sertaneja”, revista especializada no meio artístico, como o Melhor Duo do Ano, receberam honrosamente o troféu Viola de Ouro, muito cobiçado pelas duplas sertanejas.

Contatos para Shows
(11) 3998-7058
pininhaverinha@hotmail.com

Saiba mais… http://www.boamusicaricardinho.com

Capa da Revista Sertaneja de 1958, juntamente com Luizinho, Limeira e Zezinha e Silveira e Barrinha

Zelão, Pininha e Verinha (1970) Encontro Com os Fãs

  1. Aliança Contrariada (Nízio e Lourival dos Santos)
  2. Amigo Telefone (Salim e Flor da Serra)
  3. Mal Entendido (Jeca Mineiro e Zelão)
  4. Sol da Minha Vida (Chysóstomo Faria)
  5. Saudade (Meirinho e Nenete)
  6. Não Vá (Elpídio dos Santos e Zelão)
  7. A Quermesse (Miguel Ângelo e Domingos Paulo)
  8. Dúvida (Jeca Mineiro e Pininha)
  9. Bailão do Zelão (Jair Gonçalves)
  10. Preciso Tanto de Você (Olegário Mozer e Miguel Ângelo)
  11. Escrava do Amor (Miguel Ângelo e José Fortuna)
  12. Saudade Sem Fim (Jeca Mineiro e Verinha)

Zelão, Pininha e Verinha em 78 rpm

  1. A Solidão Me Tortura (Jeca Mineiro e Sebastião Vitor)  1962
  2. Amor Ausente (Jeca Mineiro e Nascin Filho) 1962
  3. Força do Destino (Jeca Mineiro e Ado Benatti) 1962
  4. Juras de Amor (Rei Santos) 1960
  5. Me Leva (Priminho e Elpídio dos Santos)  1959
  6. Moço Bonito (Francisco Lacerda e Zelão) 1962
  7. Moreno do Paraguay (Dois Coringas e R. Gonçalves)  1959
  8. Só Para Você (Mário Zan) Sem Data
  9. Sou Eu (Roque José de Almeida e Zelão) 1960

DOWNLOAD

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Marcos Violeiro e Cleiton Torres “Pagode da Paz”

Marcos Violeiro e Cleiton Torres - Pagode da Paz

  1. Coluna do bom senso (José Calixto Rodrigues e Marcos Violeiro)
  2. Degrau da glória (José Calixto Rodrigues e Marcos Violeiro)
  3. O querer não é poder (J. Wilson e Marcos Violeiro)
  4. Não entrego os pontos (Théo Ferreira)
  5. História da minha saudade (Divaney)
  6. Carência de Sertão (José Calixto Rodrigues e Marcos Violeiro)
  7. A Viola e a cruz (João de Paula e Marcos Violeiro)
  8. Preciso ter coragem (J. Wilson e Marcos Violeiro)
  9. Você é meu vício  (J. Wilson e Marcos Violeiro)
  10. Era uma boiada  (J. Wilson e Marcos Violeiro)
  11. Pergunta ao mestre (Waldemar Reis e Marcos Violeiro)
  12. Viola e um canto sentido (Dom Mauro da Costa Lima e Divino dos Santos)
  13. Doses de amor ( Marcos Violeiro)
  14. O carpinteiro (Donizete dos Santos)
  15. Pagode da paz (Marcos Violeiro e Cleiton Torres)
  16. Meu presente ( Marcos Violeiro)
DOWNLOAD

Dois violeiros de grande talento, se encontram depois de um bom tempo de amizade e trabalho profissional com a viola, cada um com suas respectivas apresentações, fazendo parte de outras duplas, gravações em estúdios, shows em todo território nacional. Resolveram investir no dueto de vozes e instrumental formando assim a dupla Marcos Violeiro e Cleiton Torres que tem por slogan “Dois Violeiros”.

Marcos Violeiro é mineiro de Uberlândia/MG, hoje residindo em São José do Rio Preto/SP, de origem humilde, nascido na fazenda, trabalhando ao lado do pai, na roça, com o mesmo já despertava desde criança o bom gosto pela moda raiz, começando os primeiros ponteados incentivado pelo pai, na adolescência aprendeu a profissão de carpinteiro, trabalhando por oito anos com a madeira, decidiu então que a única madeira com a qual trabalharia daí por diante seria a viola, junto ao seu dom nos ponteados e a voz. Gravou cinco cds na dupla Marcos Violeiro & Adalberto em doze anos de carreira. Gravou seu cd instrumental “A viola iluminada” (com todas as faixas de sua autoria). Já conta com dezesseis anos de profissional defendendo a moda raiz.

Cleiton Torres nasceu em Osasco/ SP, desde pequeno já demonstrava o interesse pelo estilo de moda de viola raiz “sertanejo de verdade”. Na adolescência mudou-se para São José do Rio Preto/SP onde conheceu várias duplas sertanejas e o seu grande mestre Divino Santos (da dupla Divino e Donizete) que o ensinou a tocar viola, acompanhando com seus ponteados os shows de ” Zico e Zeca”(por dez anos), “Liu e Léu” e várias outras duplas. Gravou dois cds com o nome de dupla Rei Gaspar & Baltazar na qual ele trazia o nome de Baltazar. Gravou vários cds fazendo participações de viola em estúdios em várias cidades do Brasil. Hoje conta com doze anos de carreira defendendo a moda de viola.

Créditos: Violeiro Apaixonado
Informações: Viola de Nóis Produções

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Pedro Bento e Zé da Estrada - Sucessos

Pedro Bento e Zé da Estrada

  • José Antunes Leal, o Pedro Bento - Porto Feliz, SP-1934
  • Valdomiro de Oliveira, o Zé da Estrada - Botucatu, SP-1929

Pedro Bento começou a cantar cururus aos sete anos de idade. Fez sua formação musical ao lado de nomes como Sebastião Roque, Pedro Chiquito, Luís Bueno, João David e Zico Moreira. Atuou no Trio Paulistano e formou a dupla Matinho e Matão, apresentando-se na Rádio Club de de Santo André. Cantou também no programa de Nhô Zé na Rádio Nacional. Abandonou o interior aos 13 anos rumo à São Paulo.

Zé da Estrada foi retireiro e agricultor. Vem de uma família de cantadores. Consta que seu bisavô teria cantado com d. Pedro II e recebido de presente do Imperador uma viola de madrepérola, com a qual fez questão de ser enterrado. Foi caminhoneiro e daí resulta o seu nome artístico. Antes de formar dupla com Pedro Bento, atuou no trio Os Fazendeiros, juntamente com Paiozinho e com o acordeonista Pirigoso. O trio atuou com sucesso nas rádios Nacional e Cultura.

Em 1954, Pedro Bento e Zé da Estrada se encontraram no programa de rádio de Chico Carretel e formaram uma dupla. Passaram a atuar em circos. Foram cantar na Rádio Cultura e fizeram campanhas políticas.

Em 1959, gravaram o primeiro disco pela Continental, interpretendo a folia-de-reis "Santo reis", de Pedro Bento e Paulo Vitor e o tango "Teu romance", de Pedro Bento, Zé da Estrada e Braz Hernandez. No mesmo ano gravaram mais um disco onde se destacava um dos maiores sucessos da dupla, o valseado "Seresteiro da lua", de Pedro Bento, Zé da Estrada e Cafezinho.

Em dezembro de 1959, gravaram com o acordeonista Coqueirinho um disco por um selo sertanejo, com destaque para a guarânia "Quero te beijar", de Nízio e Pedro Bento.

Em 1960 gravaram na Sertanejo o bolero "Aventureira", Pedro Bento, Zé da Estrada e Douradense e a canção rancheira "Culpada", de Nízio e Emílio Gonzales. A partir de 1961, passaram a formar com Célio Cassiano Chagas, o trio Pedro Bento, Zé da Estrada e Celinho. Passaram a fazer apresentação na Rádio Bandeirantes.

No mesmo ano gravaram na Sertanejo o cururu "Mulher do feiticeiro", de Priminho e Roque José de Almeida e a toada "Falso amor", de Eurides Reis e Pedro Bento. Em seguida são contratados para trabalhar na Rádio Tupi, também em São Paulo. Além das composições próprias, gravaram diversos sucessos de outros compositores, tais como "O rio", de Almirante, "O sonho do matuto" de Capitão Furtado e Laureano, "Mourão da porteira", de Raul Torres e João Pacífico, e "Sinhá Maria", de René Bittencourt. Em 1962 gravaram na Chantecler a toada "Zé Claudino", de Carreirinho e Zé da Estrada e o valseado "Vai embora", de Pedro Bento e Cachoeirinho.

A partir de 1963, o trio passou a se vestir com trajes típicos dos rancheiros mexicanos, adotando aquele estilo de música. Passaram a ser acompanhados pelo trompetista Ramón Pérez. Esta fase duraria até 1973. Ainda em 1963 gravaram a moda de viola "Boiadeiro punho de aço", de Teddy Vieira e Pereira, um clássico sertanejo, e o lundu "Fim do malandro", de Zé da Estrada e Zé Goiás.

Em 1974, são contratados pela Rádio Record onde ficaram até 1981. Em 1978, trabalharam no filme de Valdir Kopezky "Os três boiadeiros". Gravaram mais de 80 discos e diversos CDs. Por 18 anos consecutivos tem sido atração nos espetáculos da Festa de Barretos, a maior festa de rodeios do país.

Em 1999 lançaram pela gravadora Atração, o CD "Voa Paloma, voa", onde estão presentes principalmente canções românticas, sem deixar de lado a mistura de rítmos, flamenco, canção rancheira, bolero, mambo, fox e guarânia, que sempre foi a marca da dupla.

Em julho de 2007, a dupla compôs o quadro de convidados de honra, juntamente com Inezita Barroso, Pena Branca e Liu e Léu, na "Semana Nenete de Música Sertaneja", evento que ocorre desde 1995, na cidade de Pirassununga, no interior paulista, em preservação e memória da cultura raiz. No mesmo ano, foram atração na composição da edição especial do programa "Viola, minha viola", comandado por Inezita Barroso, na TV Cultura de São Paulo, em homenagem aos 100 anos de Raul Torres. Na ocasião, interpretaram "Sinhá Maria" e "Moda da Mula preta", de Raul Torres e João Pacícfico.

FONTE: Dicionário Cravo Albin

  1. Boneca Cobiçada (Bolinha e Biá) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  2. Dois Corações (Pedro Bento e Pereré) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  3. Mágoa de Boiadeiro (Nonô Basílio e Índio Vago) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  4. Copo na Mesa (Goiá e Zacarias Mourão) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  5. A Lua é Testemunha (Samuel Lozano, Vs. Inhana e Goiá) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  6. A Fotografia (Cardosinho e Zé da Estrada) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  7. Para Que Me Serve Esta Vida (J. Monge, Versão de Miguel Glacial) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  8. Tormento de Uma Mulher (Wilson Palma Rocha e Jerônimo Gomes) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  9. Último Adeus (José Fortuna e Fernandes) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  10. Recordação (Goiá e Nenete) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  11. Ladrão de Beijos (Nelson Gomes e Pedro Bento) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  12. O Grande Dia (Pepe Ávila) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  13. Não Me Pergunte Nada (Mário Vieira) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  14. Rainha do Salão (Luiz de Castro e Pedro Bento) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  15. Velho Sozinho (Roberto Stanganelli e Hélio Cavenaghi) - Pedro Bento e Zé da Estrada
  16. Esqueça Coração (Roberto Stanganelli e Roberto Nunes) - Pedro Bento e Zé da Estrada
DOWNLOAD

CREDITO: Lolo de Arealva

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Alvarenga e Ranchinho (1971)

Capa (1971 - Alvarenga e Ranchinho)II Contracapa (1971 - Alvarenga e Ranchinho)II Murilo Alvarenga nasceu em Itaúna-MG no dia 22/05/1912 e faleceu em 18/01/1978. Diésis dos Anjos Gaia, o Ranchinho, nasceu em Jacareí-SP no dia 23/05/1913 e faleceu no dia 05/07/1991.

Antes de iniciar o resumo biográfico, é preciso lembrar que o Alvarenga foi apenas um e que, no entanto, por força das circunstâncias, acabou fazendo dupla com "3 Ranchinhos"!!
O "primeiro Ranchinho", portanto, foi Diésis dos Anjos Gaia, que cantou com Alvarenga de 1933 a 1938, retornando no ano seguinte e que, após outros sumiços, abandonou a dupla em 1965.

O "segundo Ranchinho" foi Delamare Abreu (nascido em São Paulo-SP no dia 28/10/1920), irmão de Murilo Alvarenga por parte de mãe, e que fez dupla com ele por dois meses na década de 50. Delamare mais tarde deixou o palco e passou a ser Pastor Protestante.

E o "terceiro Ranchinho", que foi quem ficou mais tempo ao lado de Murilo, foi Homero de Souza Campos (1930-1997), conhecido também como "Ranchinho da Viola" e como "Ranchinho II" (apesar de ter sido o "terceiro"). Homero cantou com Murilo Alvarenga de 1965 até o seu falecimento em 1978.

O "Ranchinho da Viola" foi o mesmo Homero que também integrou o "Trio Mineiro", juntamente com Bolinha e Cosmorama e que chegou a gravar 12 discos de 78 RPM. E, com Alvarenga, Homero gravou 15 discos, entre 78 RPM e LPs

Leia a biografia completa de Alvarenga e Ranchinho no site do meu amigo Ricardinho – Boa Música Ricardino

Acervo: Quelinho / Tozzart

  1. Morena, Minha Morena (Alvarenga - Ranchinho)
  2. Dona Felicidade (Murilo Alvarenga - Diesis dos Anjos)
  3. Violeiro Triste (Alvarenga - Ranchinho)
  4. Palhaço (Geraldo Serafim - Alvarenga - Ranchinho)
  5. Romper da Aurora (Luizinho - Alcides Moraes)
  6. Adeus Palhoça (Alvarenga - Ranchinho)
  7. Saudades de Ouro Preto (Alvarenga)
  8. Bandeira do Brasil (Capitão Furtado - Alvarenga)
  9. Japonesinha (Alvarenga - Ranchinho)
  10. Aquela Flor (Alvarenga - Ranchinho)
  11. Volta (Murilo Alvarenga - Delamare Abreu - Geraldo Serafim)
  12. Saudades Eu Tenho (Antenogenes Silva - De Moraes)

Ficha Técnica
DIRETOR ARTÍSTICO: ALFREDO CORLETO
COORDENADOR ARTÍSTICO:  NENETE

DOWNLOAD

CREDITO: Idalice Gomes (dalice.gomes@gmail.com)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Zilo e Zalo (1980) Chora Coração

Zilo e Zalo (1980) (LP Chora Coracao)

Aníbio Pereira de Souza, o Zilo, nasceu no Sítio Ribeirão dos Cubas, Distrito de Caporanga, em Santa Cruz do Rio Pardo-SP em 01/03/1935 e faleceu em São Paulo-SP em 06/01/2002. Belizário Pereira de Souza, o Zalo, nasceu também no mesmo sítio em Santa Cruz do Rio Pardo-SP em 25/05/1937.

Biografia Completa de Zilo e Zalo

www.boamusicaricardinho.com

1. Chora Coração (Ronaldo Adriano / Benedito Seviero)
2. Língua Grande (Goiá / José Neto)
3. Visão do Pensamento (Benedito Seviero / Tomás)
4. Amarga Primavera (Léo Canhoto)
5. O Seu Bem Sou Eu (Goiá / Zalo)
6. A Grande Esperança (Goiá / Francisco Lázaro)
7. Soluços de Saudade (Nelson Gomes / Itararé)
8. Doutor Ninguém (Benedito Seviero / Tomás)
9. Cidade Sertaneja (Rubens Avelino)
10. Minha Tristeza (Léo Canhoto)
11. Vitória Final (Geraldo Lago / Darci Silva)
12. Vingança do Caçador (Teddy Vieira / Zalo)

DOWNLOAD

CREDITOS: Ademar Afonso e Idalice Gomes