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terça-feira, 28 de junho de 2011

Piratininga e Pirassununga (Dino Franco) 1967

Quem mandou esta “Raridade” Foi o nosso Comp. Lúcio Viola, Eita coisa boa! E preparem-se que este Caboclo não é fraco não, vai mandar muita coisa boa pra gente. Compadre Deus te abençoe por dividir esta preciosidade com nós. Um gde abraço!

Postagem original do Site Saudade da Minha Terra

  1. Pescador do Ivaí – Pirassununga e Adolfinho
  2. Festejos de Trindade – Pirassununga e Claudino Silveira
  3. Sinfonia da Mata – Pirassununga e Zé Maringá
  4. Bandeirante Fernão – Carreirinho e João Caboclo

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Belmonte, Pirassununga (Dino Franco) e Zé Maringá (1965)

Belmonte, Pirassununga e Zé Maringá

  1. Coração de Fera (Pirassununga e Zé Maringá)

  2. A Fronha (Anacleto Rosas Jr e Belmonte)


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Gentileza: Moacyr Filho – Mongaguá/SP

Curió e Canarinho (Coletânea) Volume 02

curio_canarinho_dupla_thumb[1]

  1. Estou Arrependido (Canarinho e Augusto Martins Silva) (1962)
  2. Quando Amanhece (Piraci) (1961 e 1962)
  3. Leviana (Canarinho e Jésio) (1962)
  4. Aliança De Noivado (Canarinho e Leite) (1962)
  5. Copo Amigo (Canarinho e Bellumat) (1962)
  6. Doce Companheira (Canarinho e Ulisses Nascimento) (1962)
  7. Homem de Verdade (Canarinho e Pirauba) (1962)
  8. Gozadores da Vida (Curió e Canarinho) (1962)
  9. Sonhando Acordado (Joel Honorato e Dominguinhos) (1962)
  10. Mariquita (Curió e Canarinho) (1962)
  11. Resignação (Canarinho e M. B. de Carvalho) (1962)

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domingo, 26 de junho de 2011

Piraci (Miguel Lopes Rodrigues)

piraci MIGUEL LOPES RODRIGUES
* Piracicaba, São Paulo, 1917 - † Caieiras, São Paulo, 1974

Filho de Francisco Lopes Rodrigues e de Encarnación Puga Rodrigues, o compositor Miguel Lopes Rodrigues, caboclo dos Marins, bairro da cidade paulista de Piracicaba, iniciou sua carreira artística em 1937, quando formou com o irmão Santiago Lopes sua primeira dupla sertaneja, os Irmãos Piracicabanos.

Durante os quatro anos em que Miguel e Santiago trabalharam juntos a dupla se apresentou em inúmeros shows, que incluíam 'causos', humorismo e alguma música caipira. Por sugestão de Oduvaldo Viana, Miguel associou-se então a Palmeira, fazendo surgir em 1941, na Rádio Difusora de São Paulo, a dupla caipira mais importante da década seguinte: Palmeira e Piracicabano, que em 2002 completou 60 anos de criação.

Com o imediato sucesso que obteve em todo o interior e na capital do Estadode São Paulo, por influência de Serrinha (Antenor Serra) e do Capitão Furtado, a nova dupla partiu para o Rio de Janeiro para gravar seu primeiro disco. Seu primeiro LP - composto por dez faixas musicais, entre as quais Mulheres Célebres (Capitão Furtado e ítalo Izzo) e Carro de Boi (Capitão Furtado e Orlando Puzone) gravado na RCA Victor - alcançou grande repercussão em todo o Brasil. No lastro de seu amplo sucesso nacional, Palmeira e Piracicabano foram então contratados pelas casas de espetáculo de maior prestígio daquele momento, a Rádio Nacional e o Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, que viviam seu período áureo.

Foi por aquela época que Miguel Lopes Rodrigues, aceitando sugestão do padrinho e amigo Zé da Zilda, abreviou seu pseudônimo para Piraci e a dupla passou a gravar com o nome artístico de Palmeira e Piraci.

Palmeira e PiraciEm 1944, retornando a São Paulo como contratada da Rádio Difusora, a dupla Palmeira e Piraci participou dos programas sertanejos Longe da Cidade e Arraial da Curva Torta, este último conduzido com grande eficiência pelo Capitão Furtado, e passou a gravar pela Continental.

Canções como O Mundo Daqui a Cem Anos, Louvação a São Gonçalo, Sina de Beija-Flor (Palmeira, Piraci e Capitão Furtado), Promessa de Caboclo (Anacleto Rosas Junior), Paraguaia e Pepita de Ouro (Capitão Furtado e Palmeira), entre outras lançadas com o selo da nova gravadora, foram muito bem recebidas pelo público. Em seguida, a convite da Força Expedicionária Brasileira, a dupla voltou ao Rio de Janeiro para cantar na Vila Militar, onde Piraci musicou A Carta do Expedicionário e Palmeira criou a melodia de A Resposta para o Expedicionário, ambas com versos do Capitão Furtado.

Desfazendo-se a dupla Palmeira e Piraci em 1945, os antigos companheiros saíram à procura de parceiros para formar novas duplas. Palmeira juntou-se então ao cantor Luizinho e Piraci reuniu-se a Jorginho. Piraci e Jorginho logo ficaram conhecidos como Os Garimpeiros da Música Sertaneja.

Piraci e Jorginho

Em 1950 Piraci casou-se com Natalina Gornik, falecida em 1992, e em 1951 viu nascer sua única filha, Veranice Gornik Rodrigues, a quem presenteou com a valsa Veranice, gravada por Carlinhos Mafazzoli. Uma outra dupla caipira, Piraci e Guarani, surgiu então naquele período.

Piraci e Guarani

Segundo Teddy Vieira Azevedo eles eram "[... ] os melhores intérpretes do cururu, os `bambas' do cururu [... ] e atingiram os píncaros da glória ao lançar em disco da Continental dois grandes sucessos: o cururu Vencendo Sempre e a moda campeira Casando Fugido, que enriqueceram nosso querido Brasil." A dupla se desfez em 1952, dando lugar a outra parceria: Piraci e Cuiabá, que se manteve unida até 1957.

Piraci e Cuiabá

Em dez anos de carreira Piraci havia participado de três duplas de grande sucesso junto ao público, embora tivessem sido parcerias de curta duração. A partir daquele momento Piraci passou a dedicar-se mais ao humorismo, viajando acompanhado do então desconhecido sanfoneiro Mário Zan. Assumiu também muitas outras atividades, além daquela de que mais gostava: excursionar pelo Brasil afora divulgando a música caipira e o folclore brasileiro em shows pelo interior. Nas animadas rodas de cururu de que participava estava sempre ao lado do estudioso do folclore João Chiarini.

Convidado a dirigir o setor sertanejo da Chantecler, Piraci foi o responsável direto pelo lançamento de discos de cururueiros como Parafuso, Pedro Chiquito, Nho Serra, Moreno e tantos outros, que hoje são nomes importantes na história de nosso folclore.

Também foi Piraci quem lançou duplas como Duo Glacial e Duo Brasil Moreno, além de uma das melhores e até hoje mais bem-sucedidas e duradouras duplas sertanejas do Brasil: Tonico e Tinoco. Em 1958, na Editora Gráfica Souza Ltda., cuidou, junto com Serrinha, da apresentação gráfica da coleção de discos que compunha a série Brasil Ritmos.

Pândegas, Anedotas e Trocadilhos

Piraci continuou viajando com sua trupe, levando seu bom humor e sua experiência de artista consagrado a todos os cantos do Brasil. Em 1967 gravou pela Chantecler o LP Pândegas, Anedotas e Trocadilhos de Piraci, o Rei do Trocadilho, onde reuniu muitos 'causos', trocadilhos e cantigas, entre as quais se destacam: Conselhos Para as Moças (Lourival dos Santos e Moacir Santos), Trocando de Profissão (Piraci e Jorge Paulo) e Moda dos Ofícios (Piraci e Capitão Furtado). Augusto Toscano, então Presidente da União dos Artistas Sertanejos Paulistas, afirmava na contracapa do disco que " [...] falar de alguém que o Brasil inteiro conhece, aplaude e admira ao longo de uma vitoriosa carreira artística, é missão das mais árduas. [...]

Traçar o perfil de Miguel Lopes Rodrigues, uma criatura das mais sérias, responsável pela evolução e pelo prestígio da música sertaneja, é tarefa dificil.[...] Piraci, o Rei dos Trocadilhos. Piraci, o cantor. Piraci, o compositor. Piraci, o humorista. [...] Piraci formou duplas que ainda hoje são lembradas. Suas músicas, ultrapassando a casa das trezentas, continuam sendo cantadas, [...] graças à beleza de suas melodias e à singeleza poética de seus versos. [...] Homem que sempre esteve na trincheira defensiva da música sertaneja e jamais fugiu do campo de luta, onde quer que ela se apresentasse [...]."

Alguns anos mais tarde, em 1970, em noite de moda de viola e saudades do interior em seu apartamento na Avenida São João, em São Paulo, ao lado da família e de amigos violeiros, Piraci compôs, com Lourival dos Santos, seu parceiro original, aquela que ficou conhecida como um dos maiores sucessos de sua carreira: a canção Rio de Lágrimas ou Rio de Piracicaba, uma emocionada homenagem do compositor à sua cidade natal. Imediatamente gravada por Tião Carreiro e Pardinho, a composição obteve ampla aceitação por parte do público, sendo hoje uma das músicas brasileiras que atingiu os mais altos índices de regravação por outros cantores.

Entre os mais de 150 intérpretes de Rio de Lágrimas encontram-se vozes como as de Tonico e Tinoco, Sérgio Reis, Nardeli, Renato Teixeira, Almir Sater, Nenete e Dorinho e muitos outros.

Piraci, o Rei dos Trocadilhos

Piraci foi também sócio fundador da SOCIMPRO e sócio da União Brasileira de Compositores, a UBC, onde prestou grande serviço à profissionalização dos músicos nacionais. Impulsionado por seu interesse em torno do cururu, do cateretê, da moda campeira, da catira e de outras manifestações folclóricas brasileiras, Piraci fundou ainda, junto com Alceu Mainardi, a Revista Brasileira do Folclore, publicação que muito estimulou o reconhecimento desse importante segmento da cultura do país.


Armando Augusto Lopes, no artigo Piraci, uma legenda, escrito para a Revista Sertaneja, assim descreve o compositor: "Piraci figura entre os pioneiros da difusão da música sertaneja na capital.

Piraci, uma legenda

Quando estreou ao lado de Palmeira na Rádio São Paulo, em 1939 [a data correta é 1941], cantar música caipira era uma verdadeira temeridade. Poucas duplas haviam conseguido agradar até então e, via de regra, era necessária a inclusão de boa dose de humorismo nas apresentações e na própria letra das modas para evitar as vaias. Ao lado de Palmeira, Piraci formou uma das primeiras duplas que se arriscaram a contrariar essa norma."

Pouco tempo depois Piraci foi convidado a dirigir o selo da gravadora RCA Candem especializado em música sertaneja e ali continuou apoiando artistas emergentes que mais tarde viriam a se tornar expoentes do mundo musical.

Ao longo de sua carreira Piraci participou de todos os mais importantes programas de rádio do Brasil, entre eles Terra Brasileira e Aqui Está a Record, na Record; Arraial daCurva Torta, apresentado pelo Capitão Furtado, na Cultura; Carlos Ailton, na Paulista e Disque Sertão, na Nacional, na Bandeirante e na Difusora de São Paulo. Foi convidado a cantar na inauguração de rádios da Bahia e do Rio de Janeiro e, além disso, comandou seu próprio programa de rádio, na Rádio e TV Record.

Pertenceu à Associação dos Radialistas do Estado de São Paulo, à União dos Artistas Sertanejos Paulistas, ao Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado de São Paulo, ao Sindicato dos Compositores Musicais do Rio de Janeiro e a muitas outras entidades coletivas. Recebeu também numerosos prêmios, homenagens, menções honrosas e troféus no decorrer de sua intensa e proficua vida profissional. No ano seguinte à sua morte,

Piraci foi homenageado publicamente em sua terra natal, Piracicaba, onde seu nome de batismo, Miguel Lopes Rodrigues, foi perpetuado em uma das ruas da cidade. Seu nome consta da Enciclopédia Brasileira de Música, edição atualizada pela Folha de São Paulo, e do livro de autoria de Rosa Nepomuceno, Música caipira: da roça ao rodeio, ambos editados em 1999.

Atualmente, são realizados trabalhos de pesquisa em torno da obra pioneira de Piraci, com o propósito de resgatar sua memória e de garantir-lhe o merecido destaque na história da música nacional. É importante ressaltar que a obra artística de Piraci - mais de 500 títulos gravados e editados - continua, mesmo depois de sua morte em 1974, sendo alvo de regravações na voz de vários intérpretes da música brasileira, caracterizando não apenas a verdadeira qualidade de seu trabalho artístico mas também a universalidade e a atemporalidade de suas canções.

Para finalizar é preciso ainda registrar a insensibilidade que marcou um recente evento político ocorrido em Piracicaba, durante a homenagem prestada pela Câmara Municipal aos compositores da música-símbolo da cidade, Rio de Lágrimas: a exclusão do nome de Piraci das comemorações. Nada poderia ser mais injusto, pois além de ser o único piracicabano entre os parceiros, o compositor, através de seu pseudônimo, levou o nome de Piracicaba a todos os recantos do país, tendo dedicado à cidade mais de vinte outras composições, como Saudades de Piracicaba (Piraci), Vencendo Sempre (Piraci e Guarani) e Luar de Piracicaba (Piraci e Aldino de Oliveira).

www.piraci.art.br

Nenete, Dorinho e Nardeli - Semana Nenete

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Na foto acima, Nenete, Dorinho e Nardeli, capa da Revista Sertaneja, fevereiro de 1959.

A Prefeitura de Pirassununga presta todos os anos, durante a Semana Nenete, merecidas homenagens às famílias que aqui chegaram, a maioria no período da imigração, desprovidas de recursos, para iniciar vida nova. Proles inteiras, provenientes de outras culturas, fizeram desta Terra Curimbatá seu destino, dedicando-se ao trabalho árduo da terra e permanecendo até hoje ligadas a ela.  

Em reconhecimento a contribuição dessa brava gente no desenvolvimento do município, o prefeito Ademir Alves Lindo instituiu em 2006, através do Decreto 3.156, a “Medalha Huquiles de Carli de Incentivo às Tradições Caipiras”, com o objetivo de homenagear e também destacar como exemplo para as atuais e futuras gerações, a trajetória de lutas, sacrifícios e de superação sem precedentes na história de Pirassununga.

A insígnia recebeu o nome do agricultor, catireiro, cantador e empresário Huquiles Antonio De Carli, de saudosa memória, um dos grandes incentivadores da cultura popular em Pirassununga. Há exatos 17 anos, quando da primeira edição da Semana Nenete, a convite da Secretaria de Cultura e Turismo, Huquiles reuniu e coordenou a participação dos violeiros e catireiros na estação da FEPASA.  

Famílias e destaques

Uma comissão especial, convidada pela Prefeitura Municipal, formada por pirassununguenses ilustres e com grande conhecimento no setor, pesquisou e apontou as famílias  e os destaques que serão homenageados na Semana Nenete de Música Sertaneja.

Foram escolhidas para receber a “Medalha Huquiles De Carli das Tradições Caipiras” as famílias Daniel, Lançoni, Mafra, Michellim, Naressi, Schimack e Souza Bueno.

O mesmo decreto também destaca cidadãos, comunidades rurais, empresas e instituições que atuam na preservação, pesquisa e difusão da cultura popular no município. 

Nessa categoria foram distinguidos com a Medalha das Tradições Caipiras o radialista Edson Sidnei Vick, autor da lei que criou a Semana Nenete (Vick era vereador em 1995), o cantor Dorinho (Izidoro Cunha), a lenda viva do “Trio de Ouro do Rádio Brasileiro”, Nenete, Dorinho & Nardelli, e a Comunidade Rural do Bairro Boa Vista, que está celebrando 100 anos da instalação de sua capela naquele tradicional bairro da zona rural de Pirassununga.                

A entrega da “Medalha Huquiles de Carli de Incentivo às Tradições Caipiras” aos homenageados ocorrerá nos dias 8, 9 e 10 de julho, às 19h30, no palco do Festival de Danças Folclóricas da Semana Nenete, no Centro Cultural de Eventos Dona Belila.

Foto: Na foto que ilustra essa matéria estão membros da família Michelim: da direita para a esquerda, aparece o casal Pedro Michellin e Ermelinda Vivan. Em frente ao pai, de calça curta, está o menino João, hoje com 80 anos, que vai receber a comenda em nome da família Michellin.

Texto: Secretaria de Cultura e Turismo de Pirassununga

Confira as atrações:

Dia 7 de julho – quinta-feira
20 horas – Rodrigo Matos & Praiano – palco de cima
21h30 – César & Paulinho – palco de baixo
Dia 8 de julho – sexta-feira
20 horas – Matogrosso & Mathias – palco de baixo
21h30 – As Irmãs Barbosa – palco de cima
Dia 9 de julho – sábado
20 horas – Edson – palco de baixo
21h30 – Belmonte & Amaraí – palco de cima
21h30 – Alexandre & Samuel – palco de baixo
Dia 10 de julho – domingo
15 horas – Dorinho, Iara & Pontelli – palco de baixo
20 horas – Felipe & Falcão – palco de baixo
21h30 – Divino & Donizete – palco de cima

Saiba mais sobre a Semana Nenete no blog do Antonio Deverson

Waldemar de Franchesi, o Nenete, nasceu em Pirassununga-SP em 1919 e faleceu em 1989, vítima de uma tentativa de assalto.

Isidoro Cunha, o Dorinho (apelido carinhoso que ele tem desde a infância), nasceu em Bernardino de Campos-SP no dia 09/07/1933 (algumas biografias mencionam Piraju-SP como a cidade-natal de Dorinho, mas na verdade, Piraju-SP é a cidade onde ele foi registrado, no dia 18/10/1933).

Nenete já havia participado amadorísticamente da dupla "Nenete e Ditinho" no ano de 1943 em sua Pirassununga natal e já integrou também o "Trio Saudade", com Ninão e Nininho.Com o "Trio Saudade", chegou a atuar na Rádio Record de São Paulo-SP, no programa "Hora dos Municípios" comandado por Genésio Arruda entre 1947 e 1955.

Nenete também atuou durante 5 anos com o nome artístico de Limeira (álbum abaixo) e formou dupla com Luizinho (Luís Raymundo, nascido em São Paulo-SP em 1916 e falecido também em São Paulo-SP em 1983), tendo atuado durante um ano nos programas "Imagens do Sertão" e "Alma da Terra" na Rádio Tupi de São Paulo-SP.

ScreenHunter_04_Dec__24_10_15 Biografia completa em BOA MÚSICA RICARDINHO

  1. Tapera Caída (João Pacífico) (1953)
  2. Rio Grande do Sul (Luizinho e Arlindo Pinto)
  3. Gaúcho Amigo (Luizinho e Arlindo Pinto)
  4. Mil e Quinhentas Cabeças (Anacleto Rosas Jr.)
  5. Rosa de Sangue (Ado Benatti e Luizinho)
  6. Zé Valente (Anacleto Rosas Jr.) (1953)
  7. Violeiro Afamado (Luizinho e Modesto Rezende) (1953)
  8. Galopando (Arlindo Pinto e Torino) (1953)
  9. Litoral Brasileiro (Luizinho e Limeira) (1953)
  10. Peito Magoado (Anacleto Rosas Júnior) (1953)
  11. Meu Ceará (José Gama de Souza) (1953)
  12. Goiás do Sul (Teddy Vieira e Jaime Ramos) (1953)
  13. Pedro Feio (Luizinho e Dante Vanuchi) (1953)
  14. Vida de Barbeiro (Ado Benatti) (1953)
  15. Noite de Lua (Anacleto Rosas Júnior e Zé Cocão) (1953)
  16. Não Sinto Saudade (Anacleto Rosas Júnior e Patativa) (1953)
  17. A Morte do Gavião (Arlindo Pinto e Juqueta) (1953)
  18. Votuporanga (Luizinho e João Monteiro) (1953)
  19. Cara Marcada (Francisco Ribeiro e Brioso) (1954)
  20. Trucada (Anacleto Rosas Júnior) (1954)

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Conforme menciono também na página dedicada a Luizinho, Limeira e Zezinha, o nome artístico de Limeira, por sinal, já foi adotado por diversos artistas sertanejos, (inclusive o célebre compositor Sulino), provavelmente homenageando a simpática cidade de Limeira-SP, próxima a Piracicaba-SP.
Isidoro Cunha, por outro lado, desde criança, aos 8 anos de idade, já cantava e tocava Cavaquinho.

Estreou como Músico no ano de 1949 na Rádio Difusora de Ourinhos-SP, cantando no "Trio Bernardinense".

E, no ano de 1950, Dorinho se mudou para a Capital Paulista, tendo formado a dupla "Doro e Dorinho", a qual se apresentou durante algum tempo no programa "Mutirão do Sumaré", comandado pela dupla Brinquinho e Brioso.

A dupla "Doro e Dorinho" também foi vencedora de um concurso na Rádio Record de São Paulo-SP.

Na foto acima, Dorinho com seu Violão, na sua residência em Campinas-SP no dia 27/03/2008.

E foi no ano de 1954 que Dorinho, participando do Concurso de Violeiros do IV Centenário da Cidade de São Paulo-SP, conheceu Nenete e com ele formou a célebre Dupla Caipira "Nenete e Dorinho", que gravou o primeiro disco em 1958, com o tango "Meu Perdão" (Braz Hernandez - Zilo), e a rancheira "Teu Castigo" (Ventura Romero - Valdomiro Bariani Ortêncio). Nenete participava da Mesa do Juri nesse Festival.

BIOGRAFIA COMPLETA: www.boamusicaricardinho.com

Zé Maringá

Na foto abaixo, oriunda do Site Gente da Nossa Terra, Amaraí e Zé Maringá (José Aparecido Gênova, falecido em 2010, em Assis/SP), por ocasião da inauguração da Praça Belmonte, em Barra Bonita-SP em 2001. Zé Maringá foi o Sanfoneiro Oficial da inesquecível Dupla "Belmonte e Amarai", nas interpretações de belíssimos sucessos, tais como "Saudade de Minha Terra" (Belmonte - Goiá), "Terra Querida" (Nenete - Francisco Lacerda) e "Morena Cheirosa" (Nenete - Dorinho), dentre muitos outros!

Boa Música Ricardinho

terça-feira, 21 de junho de 2011

João Ferreira e Ferreirinha – O Mundo Não Me Quis

Com este álbum completamos as postagens dos disco gravados por João Ferreira, um dos grandes nomes da verdadeira Música Sertaneja, além de grande intérprete, foi também grande compositor. Infelizmente, não temos as biografias dele e de seus parceiros, com exceção do Cacique. Se alguém de nossos colaboradores possuir estes dados e queira nos enviar ficaremos muito grato, pois gostaríamos de prestar nossa homegem a todos eles.

Tião Camargo

Joao-Ferreira-&-Ferreirinha

Sem data de gravação

1) Boi veludo - João Ferreira/Francisco do Carmo
2) Rabicho - João Ferreira
3) O mundo não me quis - Sebastião Victor/Moacir dos Santos
4) Flor do rio - João Ferreira
5) Homem sem paz - João Ferreira
6) Realidade - João Ferreira
7) Vai saudade - João Ferreira
8) Povo de Goiás - João Ferreira

9) Drama de amor -
João Ferreira
10) Coração sem dono - Milano/Duduca
11) Desprezo - Zé Mineiro/João Ferreira
12) Rosa – Ferreirinha

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Crédito: Paulo Lúcio

João Ferreira e Ferreirinha (1970) Os Reis da Chibata

Os-Reis-da-Chibata1) Nas mãos de Deus - Moacyr Dos Santos/Quintino Elizeu

2) Sobe, sobe - Germino Eduardo/João Ferreira

3) O diploma e o dinheiro - Quintino Elizeu

4) Maracatu - Quintino Elizeu

5) Minhas queixas - Quintino Elizeu/Ferreirinha

6) Corpo delicado - João Ferreira

7) Velho marrudo - Lourival dos Santos

8) Velho relógio - José Fortuna /Joao Ferreira

9) O mundo me criou - Zé da Roça/Patriota

10) Herói desconhecido - Quintino Elizeu

11) Ferreirinha - Carreirinho

12) Derrota de artista - Quintino Elizeu

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João Ferreira e Rei do Gado “Cacique” (1971) Os Reis da Chibata

01 Saravá
02 Chega
03 Linda Paraguaia
04 Flor De Minas
05 Violeiro Querido
06 Fandango Mineiro
07 Pedaço De Minha Vida
08 Viola No Samba
09 As Conquistas de Pelé
10 Estou
11 Não Deves Recordar
12 Minha Mensagem

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Postagem do blog Paisagem do Sertão

Infelizmente não costa os nomes dos compositores. Se alguém puder nos ajudar, ficaremos grato

João Ferreira e Ferreirinho “Cacique” (1975) Sertão Brasileiro

  1. Evoluindo sempre (João Ferreira/Sebastião Victor)
  2. Glória a Deus nas alturas (João Ferreira/Quintino Eliseu)
  3. O papo furou (João Ferreira/Zé Matão)
  4. Piraquara (João Ferreira/Ferreirinho)
  5. O primeiro patrão (João Ferreira/Antônio Pereira)
  6. Recordação (João Ferreira/Quintino Eliseu)
  7. Sucesso na praça (João Ferreira/Quintino Eliseu)
  8. Despedida (João Ferreira/Quintino Eliseu)
  9. Cai-cai (João Ferreira/Quintino Eliseu)
  10. O mineiro de Gramangol (João Ferreira/Quintino Eliseu)
  11. Pensando eu vejo (João Ferreira/Ferreirinho)
  12. Sombra e água fresca (João Ferreira/Jordão)

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João ferreira e Ferreirinho (1981) Meu Recanto

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  1. Catira (João Ferreira e Ferreirinho)
  2. Fumo Forte (Zé Cocão e João Ferreira)
  3. Mestiço Traiçoeiro (João Ferreira e Célia)
  4. Meu Recanto (João Ferreira)
  5. Pagode (João Ferreira)
  6. Rainha dos Pantanais (João Ferreira e Jorgito Carreiro)
  7. Resto de Saudade (João Ferreira)
  8. Rosa Morena (João Ferreira)
  9. Senhor do Bomfim (João Ferreira)
  10. Sertão (João Ferreira e Norfinho Peão)
  11. Urutu (Ferreirinho e Norfinho Peão)

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João Ferreira e Ferreirinha (1983) Missão Cumprida

01 Chave Da Ingratidão (João Ferreira)
02 Mulher Do Meu Amigo (Joao Ferreira)
03 Nosso Romance (João Ferreira)
04 No Mesmo Colchão (João Ferreira)
05 Noite Desejada (Eduardinho)
06 Ser Boêmio (João Ferreira)
07 Missão Cumprida (Everaldo)
08 Siriema Goiana (Nei Ramão)
09 Hotel De Luxo (João Ferreira)
10 Amor De Vizinha (João Ferreira)
11 Filho de Mãe Solteira (Luiz Cigano)
12 Folhas Caidas (João Ferreira)

DOWNLOAD (Poistagem e Link do Blog Saudade do Mato)

João Ferreira e Ferreirense (1979) Amor Verdadeiro

João Ferreira & Ferreirense (1979) (Amigo Verdadeiro - Os Reis da Chibata) (Verso) DOWNLOAD  (Postagem e Link do Blog Paisagem do Sertão)

  1. Boiadeiro do norte - Luiz Cigano/Tião do carro
  2. Do berço nasce a poesia - Craveiro/Ferreirense
  3. Amigo verdadeiro - Jordão/João Ferreira
  4. Mundo misterioso - João Ferreira/Dono da Noite
  5. Culpa dos pais - Francisco Lacerda/Zé Ribeiro
  6. Minha vez de cantar - Dino Franco/Bambico
  7. Velho peão - João Ferreira/Lino Filho
  8. Juramento de boêmio - Tomaz/Benedito Seviero
  9. Meu fracasso - Benito/Tião do Carro
  10. Amigo da noite - João Ferreira/Francisco Antonio do Carmo
  11. Meu pai é meu amigo - Lino Filho/Ferreriense
  12. Deus é nosso juiz - João ferreira/Francisco Antonio do Carmo

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Camargo e Odilon (2010) Estrada Velha

CapaContracapaContracapa (2) Certamente, todos nós adimiradores e amantes da verdadeira Música Sertaneja, estamos felizes pelo surgimento desta grande dupla. A união de dois gigantes talenosos, portadores de belíssimas vozes, só poderia resultar nesta grande obra musical. Parabéns aos dois e vamos torcer para que esta união seja para sempre.

Tião Camargo

  1. O Pintor (Tião Do Carro - Caetano Erba)
  2. Carreiro Novo (Da Costa - Tião Do Carro)
  3. Cruzando A Divisa (João Do Reino - Alcides Correia)
  4. Meu Recanto (Aleixinho)
  5. Sonho De Caboclo (Ademar Braga - Tião Do Carro)
  6. Estrada Velha (Vicente Pereira Machado - Pinhalão)
  7. Festa De Fim De Ano (Caetano Erba - Zé Matão - Carlos Papa)
  8. José Lavrador (Ronaldo Viola - Juliana Andrade)
  9. Travesseiro (João Do Reino)
  10. Ecologia (Camões - Osvaldo Ferreira)
  11. Amor Descontrolado (Ademar Braga - Da Costa) - Participação Especial: Da Costa
  12. Baile De Chamané (Donizete Dos Santos)
  13. Nas Filas Da Vida (João Miranda - Pinhalão)
  14. Profecia Divina (João Miranda - Da Costa)
  15. Caboclo Magoado (Itajacy Salgado - Luiz De Castro)

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Edna e Cida Moreira (2011) Vento Mensageiro

Edna e Cida Moreira - Capa Edna e Cida Moreira - verso

Edna e Cida Moreira

Edna e Cida Moreira 03

Edna e Cida Moreira 02

BIOGRAFIA – EDNA & CIDA MOREIRA

NOSSA TRAJETÓRIA

“As meninas de Vazante”, é assim que carinhosamente, é chamada a dupla de música sertaneja, formada pelas irmãs EDNA & CIDA MOREIRA, da cidade de Vazante, MG.

Sendo a primeira Edna Moreira dos Santos, nascida em 11 de setembro de 1954 e a segunda, Aparecida Moreira Souza, em 21 de novembro de 1958, ambas casadas e mães de família.

Iniciaram a parceria em outubro de 1975, quando participaram de um Festival de Músicas Folclóricas, realizado no Social Vazante Clube, sendo classificadas em primeiríssimo lugar.

A partir daí, eram convidadas a cantar em festas, circos, animações de reuniões familiares, quermesses nas igrejas católicas, piqueniques dos servidores públicos municipais e em serestas.

Apesar de que o pai sonhava para que elas seguissem carreira, deixaram de cantar por muitos anos. Somente em 2009, é que retornaram com uma participação especial no Programa Nossa Terra Nossa Gente, realizado na Fazenda Mata Preta, apresentado por Maurício Araújo e levado ao ar em 8/11/2009, na TV NOROESTE de Vazante-MG.

No mês seguinte, realizando um sonho das duas e para homenagear o pai (in memorian), gravaram o 1º CD “MOTIVO DE SAUDADE”, beneficente à APAE e à Casa de Apoio aos doentes de câncer, de Vazante-MG, em Barretos-SP.

16/03/10 – Missa Sertaneja no Santuário de N. Senhora da Lapa - Lançamento do 1º cd.

08/04/10 – Aniversário do Centro Cultural de Vazante-MG – Homenagem ao dia internacional da mulher.

19/05/10 – SESC em Uberlândia-MG- Encontro de violeiros – Tributo a Pena Branca.

24/05/10 – Patos de Minas – FENAMILHO

19/07/10 – Vazante-MG - Igreja São João Batista - Show na Festa em louvor ao santo padroeiro da Comunidade.

26/09/10 – Patos de Minas – CAVALIONS – Festa do Tropeiro.

23/01/11 e 13/02/11- Uberlândia- MG – Programa Coração Sertanejo – canal 12 aberto - Canal 6 TV a cabo.

30/04/11- Show no encerramento da romaria da Festa em louvor à N.S. da Lapa,

Com a presença de aproximadamente dez mil pessoas.

01/05/11- Vazante-MG - Santuário de N. S. da Lapa – Missa Sertaneja (Missa do trabalhador), com a presença de aproximadamente três mil pessoas.

08/05/11 – Lançamento do CD vol.II da dupla, com o título “Vento Mensageiro”, letra e música do primo Pedro José e uma homenagem às mães, com a música “Deusa Divina”, de autoria de José de Arimatéa de Uberlândia-MG.

Cujo trabalho está sendo muito solicitado pelos ouvintes das seguintes emissoras de rádio: Montanheza e Liberdade de Vazante-Mg, Juriti e Boa Vista de Paracatu-MG, Gerais FM de Coromandel MG., Clube de Patos de Minas, Paranaíba de Uberlândia-MG, Rádio do povo de Muzambinho-MG, João Pinheiro-MG, Ceres e Anápolis-Goiás, Brasília-DF, Rádio Jornal do Povo –Curitiba-MG, etc...

Telefones para contato: (34) 9661-4411 e (34) 9184-5124

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Biografia enviada pela Cida Moreira

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Luiz Viola e Hélio Prado

capa verso

CDÉDITO: Walter Quederoli “Mocoto”

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